A bênção de Abraão sobre o empresário
Pastor Will Fraga
9 de maio de 2026 · Igreja Zoe · Balneário Camboriú
"Saia da sua terra, do meio dos seus parentes, da casa do seu pai e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei, e tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem, e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados."
Gênesis 12:1-3Todos nós fomos chamados por Deus para abençoar. O ser humano foi criado para abençoar, ou seja, para fazer algo que modifique a vida de outra pessoa para o bem. Mas, ao mesmo tempo, também fomos convocados por Deus para prosperar. Não tem um só empresário aqui que esteja dizendo que não quer prosperar. Prosperar não é enriquecer por enriquecer, é querer o melhor para a família, para o negócio e para os projetos, em toda fase da vida.
O mundo está cheio de fórmulas secretas para prosperar. Mas todo empresário adulto já é crescidinho o bastante para saber que fórmula secreta não existe. Para o negócio dar retorno é preciso trabalhar duro, com inteligência e com consistência. Esse é o legado que Adão deixou para nós quando desobedeceu: a terra ficou amaldiçoada e o trabalho ficou penoso. A gente corre maratona e às vezes anda 100 metros na esteira.
Porém existe um princípio bíblico, dado pelo próprio Deus, que funciona como um aditivo acelerador do trabalho que nós fazemos. Não é fórmula mágica, não anula o trabalho, mas é um inibidor universal do legado maldito que Adão nos deixou. É o princípio que mudou a trajetória do Pastor Will Fraga como pessoa, marido e empresário, e é a chave que ele veio compartilhar na 4ª edição do Brunch de Empresários da Igreja Zoe.
Três princípios práticos para colocar em movimento hoje, no seu negócio. Não é fórmula, é aliança.
A sua empresa não é um fim em si mesma, é plataforma do reino
Você e eu não fomos chamados para usar Deus para prosperar. Nós fomos chamados a prosperar para servir ao propósito de Deus. Abraão não recebeu uma promessa para ficar parado acumulando, ele recebeu uma ordem para sair e caminhar em direção àquilo que Deus ia mostrar. Deus não abençoa apenas a nossa estrutura, Deus abençoa a nossa direção. Quando a empresa entra no propósito de Deus, ela deixa de ser apenas uma fonte de renda e passa a ser um instrumento de impacto na vida de outras pessoas. Se ela for um instrumento de impacto, a fonte de renda vira consequência. Para de pensar só no faturamento em nome de Jesus, começa a pensar no propósito. Empresa não é só ser um PJ no reino, empresa também pode ser um altar.
O que essa empresa libera no reino de Deus? Quem está sendo alcançado por causa dela?
Não dê só aquilo que sobra, semeie com intenção
Abraão não foi chamado para guardar tudo para si, foi chamado para se tornar um canal de bênção. O reino de Deus funciona assim, e quem vive nele precisa entender o funcionamento para também funcionar da mesma forma. Muitos empresários cristãos querem colher de Deus sem semear naquilo que Deus está fazendo. Se eu quero colher morango, não adianta semear na plantação de maçã. Quando colocamos os nossos recursos, a nossa estrutura, a nossa influência e a nossa inteligência a serviço de Deus, o que estamos dizendo é: Senhor, eu não quero apenas ser abençoado, eu quero participar daquilo que o Senhor está construindo. Defina uma semente intencional, transforme generosidade em cultura, não em emoção. Sobras não mudam o nosso ambiente, sementes plantadas com intenção mudam o nosso destino.
Onde você está esperando sobrar para honrar a Deus, em vez de plantar com intenção?
Obedeça rápido quando Deus mostrar a direção
Se Deus dá direção, não demora a cumprir, porque tem coisa acontecendo que você não sabe que vai acontecer. Tem coisa se formando, se preparando. Abraão saiu sem enxergar todas as coisas, ele não recebeu um mapa, recebeu apenas uma palavra, e foi suficiente. A bênção não alcança Abraão parado dentro da sua tenda, com todo o seu conforto. A bênção alcança Abraão quando ele começa a se movimentar. Foi no movimento que Deus deu incidência, recursos, ideias. Milagre não costuma acompanhar indecisão, mas eu nunca vi um milagre não acompanhar obediência. Muitas vezes a prosperidade não começa no lucro, muitas vezes a prosperidade começa na obediência, inclusive na ponta negativa e vermelha do gráfico. Tem coisa que Deus já te mostrou, mas você está adiando. Tem semente que Deus já te pediu, mas você está negociando. Tem porta que Deus já abriu, mas você está tentando controlar tudo antes de obedecer.
Por que você está demorando em obedecer a mesma palavra que Deus já te entregou?
Você não foi chamado para usar Deus para prosperar. Você foi chamado a prosperar para servir ao propósito de Deus. Em que parte do seu negócio você ainda está procurando fórmula, quando Deus está te oferecendo aliança?
Transcrição na íntegra da fala do Pastor Will Fraga, do testemunho do empresário Patrick Cicinelo e do mini workshop com Mate, no Brunch de Empresários, 4ª edição.
E antes de a gente começar, eu quero dar as boas-vindas a vocês. Não somente os de casa, mas àqueles que são nossos convidados aqui pela primeira vez. Se esse é o seu caso, essa é a sua primeira vez aqui, nós amaríamos te conhecer. Você pode dar um tchauzinho aí. Nós não vamos te chamar, nem colocar o microfone para você. Aqui, quem mais está pela primeira vez? Aqui, aqui também. Será que nós podemos aplaudir os nossos convidados? Sejam super bem-vindos. Nos honra demais a presença de vocês. E, sinceramente, nós esperamos que essa não seja apenas uma visita ocasional, mas que vocês encontrem aqui não só um ambiente de comunidade, mas, quem sabe, por que não, família. Todos nós aqui amamos a Jesus, amamos construir o reino de Deus e amamos conectar com novas pessoas. Vocês são muito, muito bem-vindos.
E depois desse café, eu acho que está todo mundo pronto, né? Gente, que café foi esse? Até uma obra de arte feita de queijo terrine. Essa equipe conseguiu fazer uma experiência sensorial. Surreal. Muito bom. Gente, para a gente começar esse momento, Deus colocou uma palavra no meu coração, e tem tudo a ver com a pessoa que eu vou chamar aqui hoje. Nós sempre amamos poder ouvir testemunhos, ouvir histórias de vida de pessoas que começaram do zero, como provavelmente a maioria de nós aqui começou. Tiveram os seus desafios, tanto internos, pessoais, como desafios de negócio. E têm uma história linda para contar. Então eu quero convidar aqui para falar nosso querido Patrick. Dá uma salva de palmas, gente.
Testemunho de Patrick, fundador da Musicaiz. Bom, galera, bora lá. Eu me chamo Patrick, sou fundador da Musicaiz. É uma escola de música, uma rede que a gente tem aqui na nossa região. Sou cristão há muito tempo, estou apaixonado por Jesus. É bom, de fato, viver os princípios que a gente aprendeu lá na adolescência. E a minha história com a música começou na igreja, como a maioria da galera que inicia tocando na igreja. Em 2004, eu comecei tocando na igreja. Basicamente, eu vivi aquilo de fato, integralmente. Eu parei de fazer faculdade na época, porque eu tinha certeza que eu ia viver de missões. Fazia turnê, tocando, e o meu relacionamento com a música foi uma base para me conectar de fato com Deus.
E por que eu tenho que falar da música antes de falar do meu negócio? Porque o meu negócio tem tudo a ver com música. A gente ensina música, mas os princípios que a gente aprendeu lá atrás foram se fortalecendo, e, no passar dos anos, quando eu abri a escola, eu abri com esses princípios. Eu sou do Meio-Oeste, não sou daqui. Sou de uma cidade bem pequenininha, de 30 mil habitantes, Fraiburgo. Desci para cá em 2014. Como muitos chegaram aqui, com a mão na frente e a outra atrás. Eu lembro que cheguei aqui, tinha dinheiro para pagar o aluguel e não tinha nem dinheiro para sobreviver no próximo mês. Mas eu já tinha decidido, com o direcionamento, de realmente abrir uma escola e viver isso.
Trabalhei uns cinco meses até eu abrir de fato a Musicaiz. Já tinha trabalhado em outras escolas e eu decidi que a Musicaiz ia ser uma extensão do meio em que eu fui formado. Uma escola com princípios que aproximassem e conectassem pessoas, com células dentro da escola, hoje seriam os nossos TGs. A escola era uma ferramenta para acontecer encontros, as pessoas se conhecerem lá dentro daquele espaço. Comecei lá em Tijucas. E aqui começa a ter muito problema, porque eu sou filho de professor e o meu pai é caminhoneiro. Então, de fato, nunca tive uma empresa. Eu tive que aprender a fazer gestão sozinho. Não tinha quem me ensinasse. Eu só tinha a vontade e o coração para fazer.
Abri um estúdio bem pequeno e a gente começou a dar aula, e em pouco tempo eu tive que abandonar conservatório e outras coisas que eu fazia, porque o negócio deu um trabalho legal. Era só eu. Então eu dava aula, atendia, fazia tudo. Na necessidade de a gente crescer financeiramente, todo mundo que vem para o Balneário, para Itapema, para Itajaí, é natural: a cidade te envolve, você quer prosperar. Acho que isso é saudável e natural. Mas eu, de certa forma, fui deixando meus princípios de lado. Comecei a agenciar bandas aqui na região, fazia agendas de casas de show, montava festivais, agenciava artistas. E trabalhei por um bom tempo em paralelo com isso.
Só que nesse meio tempo a gente, vamos falar assim, eu me afastei da igreja, mas os meus princípios começaram a se afastar. E é aqui que eu comecei a entender a importância da gente seguir firme na jornada e na fé. Eu nunca fui um cara de sair, beber, usar droga, eu estava nesse meio, mas eu sempre fui reto. Só que aquele ambiente, galera, não é um ambiente para você estar ali e ter um relacionamento com Deus. Eu falo com propriedade porque eu vivi isso dez anos da minha vida. As coisas, a gente entra no voo, na teoria é uma coisa, na prática é totalmente o contrário. A gente não consegue beber de duas águas, uma salgada e uma doce. E, de fato, eu me afastei muito, muito, muito mesmo. E a minha empresa começou a cair.
Em 2018, Deus falou comigo para abandonar tudo isso. Foi bem difícil, porque eu tinha o meu status como dono das casas, o meu status com as músicas da região, eu era uma pessoa conhecida no meu ramo. Em dezembro de 2018, Deus me falou para sair fora desse negócio. Eu lembro que eu tinha uma sociedade na época, já tinha mais uma escola. Tomei a decisão de, realmente, não vai ter como continuar aqui, eu vou parar. Quando eu parei de tocar, as bandas que eu agenciava chegavam a tocar 40, 50 shows no mês. Era muita coisa. Eu tinha nove casas que a nossa produtora fazia agenda. Era um negócio que estava muito grande e dependia só de mim e mais uma pessoa.
Quando tomei essa decisão em 2018 e ia abandonar tudo, ainda levei mais um ano para falar: será que vou mesmo? Acho que vou continuar mais um pouquinho. Mas em dezembro de 2019, demorei mais um ano e realmente zerei minha agenda. O último show que eu fiz foi dia 7 de dezembro, lá em Joinville. Foi uma bênção, porque três meses depois veio uma pandemia, todo mundo caiu, e eu já tinha voltado. Deus me deu uma direção bem clara: foca na tua escola, foca na tua empresa, porque aquilo ali vai crescendo. Veio a pandemia e eu comecei a me resgatar com os meus princípios, não totalmente. Eu tinha uma convicção de que eu pregava o evangelho e fazia o meu ministério na minha empresa. E, de fato, eu fazia. Só que eu voltava tão longe mesmo que eu achava que eu realmente vivia, mas eu não tinha mais força. Tinha virado o automático.
Ontem eu estava com a Mábe ali, a gente estava colocando os tópicos para eu conversar com vocês, e Deus me deu uma palavra: Romanos 12:2, que fala sobre transformar pela renovação da mente. Naquele contexto, Paulo estava mandando as cartas para Roma porque tudo estava agitado. E o que Paulo estava falando? Ele queria que a cultura de Roma não entrasse dentro da igreja. E, de fato, ontem, vendo isso, eu falei: caramba, mano, eu deixei a cultura do mundo entrar na minha vida. E eu queria ainda dar sequência na qualidade da minha empresa. Tive vários pontos, gente: abri unidade, fechei, abri loja, abri produtora. Foi um tempo bem difícil para mim, porque, na verdade, eu estava fazendo o que Deus não queria que eu fizesse.
Em 2023, na verdade um pouco antes, eu conheci a Mábe. A gente começou a ter um relacionamento e sempre foi muito transparente. A gente perguntou: qual vai ser o princípio que a gente vai seguir aqui? Porque nós éramos amigos e a gente já se conhecia. Fez um pacto entre nós dois de que iríamos voltar para o reino. A Mábe estava bem mais firme que eu. Eu estava lá, mais de boa, cheio do meu ego ainda. Eu estava sentado na sala um dia, passando, e chegou o anúncio da Zoe. Eu olhei: Wilson? Não acredito que vai vir o Wilson aqui em Balneário. Eu cresci ouvindo o Wilson, cresci tocando o Wilson. Fui lá no quarto, a Mábe estava orando, ouvindo uma música do Ministério Zoe, bem antigo, e a filha dela se chama Zoe. Daqui a pouco ela saiu e eu falei: amor, olha essa igreja aqui. Será que a gente manda mensagem? Ela olhou para mim e falou que estava pedindo lugar para a gente congregar.
Marquei um café com ele e com a Débora. E a gente falou: cara, vamos ser nós mesmos. Vamos chegar lá naquela padaria, se tiver que ser, eles vão olhar para a gente e vão falar que somos meio doidos. E Zoe significa vida de Deus. A gente entendeu, depois daquele encontro na padaria, que Deus estava dando um recomeço para a gente. Uma nova vida para a gente servir, de fato, resgatar os nossos princípios, resgatar os nossos valores.
Will pergunta. Posso te fazer uma pergunta? Quando a gente conversou, eu lembro que vocês estavam muito machucados com a igreja, com a instituição, com tudo isso. Foi um processo bem longo de a gente estar junto e construir junto. Mas eu lembro que vocês disseram: ok, essa é a nossa casa, nós vamos ficar. Nós ainda não tínhamos portas abertas, eram reuniões pequenas, falando sobre cultura, sobre visão, organizando, ensaiando como seria quando abríssemos as portas, e vocês chegaram justamente nesse momento. Vocês nos chamaram no café, depois de vários meses de estar conosco, e disseram: olha, vem aqui que a gente quer dizer um negócio para vocês. O que vocês precisam? O que falta para finalmente abrir a igreja? Você lembra disso?
Eu olhei para vocês, porque naquele momento Deus já tinha enviado 97 voluntários para abrir a igreja, mas nenhum músico. Não tinha ninguém para tocar, tinha só a Débora e o Caio. A gente dizia: como é que nós vamos abrir a igreja sem equipe de louvor, sem músicos para tocar? Deus mandou, naquela semana mesmo, eles nos chamaram no café e disseram: cara, o que está precisando? Como é que a gente pode ajudar para começar? Eles não ofereceram nada, simplesmente disseram isso. E naquele momento o Patrick não estava mais tocando, tinha dado uma pausa, tinha até vendido a guitarra. Naquele café, a gente olhou para eles e disse: cara, não foi nem com um sentimento de vocês terem aquilo que a gente precisa, mas só falta gente para começar a igreja, só faltam músicos.
E esse camarada olhou para mim e disse: ok, quantos? Eu imagino a cabeça dele dizendo: um cantor, uma pessoa, alguma coisa. Eu disse: a gente precisa de todos. Como assim, todos? Todos. A gente precisa de todos os músicos. E aí entra a questão do negócio. Tu me disse: ok, depois a gente fala. Coisa de três, quatro horas depois, você me ligou dizendo: Will, Débora, fica tranquilo, eu tenho todos os músicos, por três meses. Vocês precisam de três meses para começar a igreja. São pessoas cristãs aqui da escola, todos toparam, sem nenhum pagamento, sem nada. E nós vamos colocar a nossa escola à disposição da construção do reino.
Patrick continua o testemunho. Eu falei que a Zoe foi uma nova vida para nós. Eu já estava com quatro, cinco escolas na época. Então virou um caos. Literalmente virou um caos. Quando a gente começou a resgatar os princípios do reino, lá do início, aquele negócio pequenininho lá atrás, foi um caos, porque eu comecei a entender que eu precisava ser um pouco mais reto, seguir os meus princípios. E aí bateu o choque de cultura organizacional. Eu estava na mesma empresa, com quase 70 funcionários, mas eu não tinha mais a cultura que eu tinha antes, e agora eu estava me posicionando dentro do reino. Literalmente virou um caos. A galera começou a chiar, do dia para a noite viraram a cara para a gente. Teve momentos de sair cinco pessoas da escola, cinco professores em uma semana só.
E eu entendi que a gente precisava restabelecer a nossa cultura. Por que a gente fala isso? É natural, mas não é espiritual. A partir do momento que você começa a se posicionar, as coisas começam a se afastar. Às vezes tem que piorar para melhorar, literalmente. E a gente passou um tempo. A gente nunca tinha levado um processo. Lembro de um dia que eu cheguei na casa da Jéssica, no ensaio, e o Will olhou para mim e disse: cara, empresário sem processo não é empresário. Eu falei: como assim, sem processo? Eu tenho dez anos de empresa, nunca levei um processo. Pois naquele ano eu levei cinco.
Depois do que piorou, como isso mudou? As coisas começaram a evoluir de uns dois anos para cá. A gente começou a expandir um pouco a nossa rede. A gente está fazendo franquia agora. Cheguei na igreja e tinha gente que faz aula na nossa escola e nem sabia. Faz uns dois anos que começamos a expandir, fazer tráfego para venda. As coisas voltaram ao patamar, à ordem natural. É quando a gente realmente está seguindo o princípio e colocando Deus na frente dos negócios. Às vezes pode parecer que os problemas do dia não são solucionáveis, mas eu comecei a descansar.
Hoje a gente está com cinco escolas, três em negociação de abertura. Cinco cidades. Essa semana estávamos negociando São José, Lumiar e Chapecó. Muito grato. Eu criei uma marca, criei um negócio, mas, cara, eu criei para Deus. A gente passa bem com o financeiro, às vezes o encaixe está apertado, às vezes o fluxo é baixo, mas eu estou construindo um legado. Um movimento que vai permanecer com os anos, baseado, literalmente, numa promessa que Deus deu para a gente, para mim, para a Mábe. A gente tem certeza que vai escalar a nível nacional. Tem poucas instituições, principalmente de música, que trabalham com os princípios. Então, essa é a minha história, gente.
Resgate de princípios, de valores, e colocar isso dentro da tua empresa. A tua empresa, o teu CPF, ela é a extensão do teu CNPJ. Não são duas coisas diferentes. A cultura da empresa, ela é o teu CPF. Se você estiver reto, com seus princípios alinhados, não tem como não se repetir, cara. Deus é muito justo. Resumindo isso, essa é a mensagem que eu queria deixar para vocês: se vocês têm uma promessa, olhem para os princípios de vocês, sigam. Eles são inegociáveis, gente. Inegociáveis.
Pastor Will Fraga abre a mensagem. Eu amo ouvir histórias desse tipo, porque, de um jeito ou de outro, são histórias parecidas com a história de todo mundo. Todos nós tivemos um começo, passamos por dificuldades, passamos por momentos de realinhar os ponteiros, reorganizar as coisas. Quem sabe muitos de nós que estamos aqui hoje estamos justamente nesse momento, momento de realinhar ponteiros, reorganizar qual é o nosso norte, para onde nós estamos indo, o que nós realmente precisamos fazer.
Quando eu pedi para o Patrick compartilhar esse testemunho, eu disse para ele: cara, é nítido como, quando a gente perde o propósito da nossa vida, tudo começa a perder a graça. Aquilo que a gente amava fazer já não é mais tão bom. E a verdade é essa: às vezes, como empresários, a gente acha que faz o que faz porque gosta de fazer, porque precisa fazer, porque alguém disse, porque alguém nos deu uma empresa. Mas a verdade é que isso é muito mais interior e mais profundo do que a gente acha. A gente faz o que faz porque tem um propósito naquilo que faz. Tanto é que, quando a gente perde esse propósito, esse significado, perde a graça. A empresa perde a graça, o negócio perde a graça, as atividades perdem a graça.
Eu coloquei o título nesta mini mensagem em alguns pensamentos que eu tenho certeza que podem te ajudar na tua vida pessoal e principalmente na tua empresa, nos teus negócios, e quem sabe na liderança de outras coisas, de equipes ou de família. Eu acredito que todos nós somos chamados por Deus para abençoar. O ser humano foi criado para abençoar. Abençoar significa literalmente fazer algo que modifique para o bem a vida de outra pessoa, de um terceiro. Mas, ao mesmo tempo, nós também somos convocados por Deus para prosperar. Quantos creem nisso? Quantos acreditam nisso?
A verdade é que todos nós queremos prosperar. Não tem um só de nós aqui que está dizendo: não, eu não quero prosperar. E prosperar não significa simplesmente enriquecer por enriquecer. Não significa que, quando você já tem o recurso que quer, você deixa de querer prosperar. A gente sempre quer o melhor para a nossa família, para o nosso negócio, para as coisas que estamos fazendo, para os nossos projetos. Não importa a fase dos negócios em que estamos, nós queremos isso.
O que mais tem por aí, pelo mundo afora, são fórmulas secretas de como prosperar. Estou errado? Todo mundo aqui já é crescidinho o bastante para saber que fórmula secreta não existe. Para o negócio dar retorno, a gente sabe que precisa trabalhar duro, com inteligência, com consistência, com uma cabeça boa. Porque esse foi o legado que Adão deixou para nós. O primeiro homem, esse foi o legado de Adão. Antes, diferente daquilo que às vezes a gente imagina, Adão trabalhava, Deus deu trabalho para Adão. Mas o legado de Adão, a desobediência, nos deu um trabalho que nos custa muito mais para ter retorno. Uns têm mais resultados porque usam mais a inteligência, têm uma cabeça melhor, têm estratégias melhores, mas não é fórmula mágica, é trabalho aplicado.
Porém existe um princípio bíblico que eu quero trazer para vocês, que foi um dos que mudou a minha vida, a minha trajetória, não somente como empresário, mas também como pessoa, família, marido. Hoje eu quero focar a nível empresarial um princípio estabelecido pelo próprio Deus. Não foi outra pessoa que estabeleceu esse princípio na Bíblia, foi o próprio Deus. E esse princípio tem um tamanho de resultado inegável para quem o aplica. É como se fosse um coeficiente acelerador. A gente tem alguém da construção civil aqui? Tem ou não tem algo que a gente coloca, um aditivo, que se mistura ao cimento ou ao concreto para que ele seja mais rígido, mais duro e que seque mais rápido?
Então, esse princípio eu descobri há muitos anos. É um princípio dado por Deus que funciona como um aditivo acelerador no trabalho que nós fazemos. Não é que, a partir desse princípio, a gente não precisa mais trabalhar, a gente pode descansar. É o trabalho que Deus nos mandou, mas ele é acelerador para o resultado. Esse princípio dado por Deus funciona como um inibidor universal da parte do legado que Adão nos deixou. Quantos lembram do legado que Adão nos deixou?
Vou levar vocês ao primeiro livro da Bíblia, capítulo 3, versículo 17. Depois que Adão desobedece, se afasta de Deus e o pecado entra no mundo, o próprio Deus diz: maldita seja a terra por tua causa, Adão. Você vai tirar dela, com trabalhos penosos, o teu sustento todos os dias da tua vida. Adão não trabalhava antes? Trabalhava. Mas agora a coisa ficou mais difícil. Agora o trabalho ficou penoso, agora você tem que correr muito mais para ter um mínimo de resultado. É assim ou não é assim, às vezes, nos negócios? Tem épocas dos nossos negócios em que parece que a gente está correndo uma maratona de 42 km e olha para a esteira: você se moveu 100 metros. O resultado não acompanha o tanto da corrida.
Quem aqui não precisa desse aditivo acelerador, inibidor de legado maldito nos seus negócios? Eu preciso. Quem aqui não quer mais resultado com o mesmo trabalho? Quem aqui não quer mais faturamento com o mesmo suor, quem sabe menos? Quem aqui não gostaria de desatar o céu da prosperidade sobre o seu negócio? Todos nós. Então a gente precisa aprender esse princípio. Você precisa aplicar ele na sua vida. Não é segredo, está na Bíblia. Diz assim, Gênesis capítulo 12, versículos 1 a 4.
Então o Senhor disse a Abrão: saia da sua terra, do meio dos seus parentes, da casa do seu pai e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você, Abrão, um grande povo, e o abençoarei, e tornarei famoso o teu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem, e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados.
Testemunho pessoal do Pastor Will. Deixa eu contar um testemunho pessoal rápido para vocês. Há oito anos atrás eu ouvi esse texto numa pregação. Esse texto, talvez, se você já está nos caminhos do Senhor, você já ouviu muitas vezes. Se você nunca ouviu, não tem problema, fica tranquilo. Basicamente é o seguinte: Abraão é considerado o pai daqueles que tiveram fé, porque ele é o início do povo de Israel, que hoje conhecemos como judeu. Em um momento, Deus chama Abraão e diz: Abraão, eu tenho algo fantástico para fazer através de ti. Abraão era super velho, avançado em dias. A sua esposa Sara não podia ter filho, era estéril, nunca tinha tido um filho sequer. Nesse momento Deus chega para Abraão e diz: eu tenho um plano para ti. E, a partir de ti, eu vou fazer uma grande nação. Abraão começa a dar risada. A esposa também começa a dar risada, dizendo que é impossível, não tem como ter filho. Mas Deus faz um milagre através da fé de Abraão. Fé é crer em algo que você não consegue ver nem tocar nem sentir, simplesmente pelo fato de que quem te prometeu é fiel para cumprir.
Há oito anos eu ouvi essa pregação e, na hora, não entendi muito bem. Um ano depois, eu estava morando em outro país com a minha família, meus dois filhos pequenos, tinha recém-mudado com um filho de dois anos e um filho de três meses para um outro país. Tinha vendido todas as minhas coisas e ido morar em outro país distante, sem amigos, sem família, e a empresa que a gente tinha começado para o nosso sustento naquele país não estava dando certo. Que novidade, né? Empresa que dá certo logo no começo é muito difícil. E a empresa não estava funcionando, não estava dando resultado. E eu lembrei dessa pregação. Em um dos meus dias de corrida sozinho pela beira do rio, eu estava correndo e ao mesmo tempo comecei a orar. Aquela oração virou uma oração de angústia. Eu pensei: estou trabalhando, as coisas não estão acontecendo, tenho que pagar aluguel, estou tentando fazer um negócio, preciso sustentar minha família, eu trouxe a minha família para o outro lado do mundo, me faz dar resultado.
Sabe aquela angústia em que você diz: cara, é possível que eu seja tão burro que eu não consigo dar resultado? Você já sentiu isso, gente? Não é possível que eu seja tão incapaz que eu não consiga fazer esse negócio sair do lugar. Eu parei, sentei, lembro como se fosse hoje, sentado de frente para o rio, e comecei a orar. Deus me fez lembrar: lembra dessa pregação? Eu disse: que pregação? Fui catar nas minhas notas. Olha, é importante ter notas, gente. Achei o texto e, basicamente, eu senti ler esse texto, ler Gênesis 12. Eu li, terminei e disse para Deus: já conheço, nada de novo. E eu senti de novo: leia de novo. Leia de novo. E mais uma vez. Eu fiquei uma hora lendo esse mesmo texto em repetição.
Quando terminei, disse: Deus, o que o Senhor está querendo me dizer? Eu já entendi cada palavra, mas não sei o que tem por trás disso. Depois de uma hora lendo, eu senti Deus me falando: você não é o Abraão nesse texto. O que significa isso, Deus? Você é o outro. Que outro, Deus? E aí eu entendi. Eu entendi que eu não sou o Abraão. Deus chamou Abraão por um propósito, mas eu sou o outro. E o outro, no texto, diz o seguinte: se eu sou o outro, Deus está dizendo sobre mim, sobre o outro, que, se eu abençoar Abraão, é o que o texto está dizendo, os que abençoarem Abraão serão abençoados pelo próprio Deus.
A partir disso, uma realidade caiu no meu coração. O princípio é o seguinte: se eu abençoar um abençoado do Senhor na sua abençoada missão de abençoar, a consequência abençoada é que eu serei abençoado pelo próprio abençoador, que abençoou o abençoado do Senhor que eu acabo de abençoar. Agora acordou tudo, agora vocês se sentiram como a terrine do quadro, derretido ali. O que isso significa? Basicamente, o que Deus está falando sobre o outro, que não é Abraão, é o seguinte: se nós, que somos o outro, abençoarmos abençoados pelo Senhor que foram chamados para uma missão que tem um propósito, e o propósito é abençoar outras pessoas, o texto diz que o próprio Deus, o próprio dono da bênção, o próprio Criador, vai nos abençoar.
Gente, eu não sei vocês, mas eu preciso ser abençoado por Deus. A minha bênção sobre o Bruno é uma coisa, agora a bênção de Deus sobre o Bruno é outra, é sem limite. O que eu posso abençoar o Bruno, por exemplo, com dinheiro, está no teto da minha conta. E você não sabe o tamanho da minha conta. O máximo é a minha conta bancária. Agora, o quanto Deus pode abençoar o Bruno, o negócio do Bruno, o casamento do Bruno, a vida, os filhos, e por aí vai, não tem fim, não tem teto.
Antes mesmo da mensagem, a gente já ouviu o testemunho que anunciou esse princípio: quando um negócio deixa de viver só para si e passa a servir o avanço do reino de Deus, dos planos de Deus, quando o nosso negócio, o nosso propósito de negócio passa a se conectar com o propósito de Deus na terra, as coisas começam a mudar de direção. Patrick e Mábe colocaram o negócio à disposição da construção da igreja local. Deixa eu dar um testemunho para vocês: vocês sabem quantas pessoas aceitaram a Jesus no primeiro domingo, com 100% da escola de vocês? 58 pessoas disseram sim para Jesus. Não foi só o sim de vocês, mas o sim de vocês ao dizer: Senhor, a minha empresa vai servir, de alguma maneira, da maneira que eu puder. 58 pessoas no primeiro domingo serem resgatadas. No primeiro mês, 186 pessoas decidiram a vida por Jesus. 186 pessoas. Vamos quebrar pela metade, quem sabe, 90 famílias, 100 famílias com a história completamente mudada. Muitas delas estão conosco hoje, muitas delas são líderes hoje na nossa igreja.
Deus entrou em multiplicação através do nosso sim, através de alinhar e dizer: Deus, eu vou colocar as minhas coisas, o meu negócio, para te servir da forma que for, e algo vai acontecer. O reino entrou em multiplicação. O que acontece depois? O trabalho e os negócios também entraram em multiplicação. O casamento entrou em multiplicação. A vida espiritual entrou em multiplicação. Porque a nossa vida sempre vai ser um reflexo daquilo que Deus está fazendo na igreja. Você sabia disso? Sempre vai ser um reflexo do reino de Deus e daquilo que Ele está fazendo. Isso é Gênesis 12 em movimento.
Deus disse para Abraão: eu vou te abençoar e você vai ser uma bênção. Ou seja, a bênção não termina em nós. Deus diz: Abraão, eu vou te abençoar, eu vou te encher, eu vou mandar aquilo que for necessário, o possível e o impossível, mas, Abraão, o que Deus nos dá não é para terminar em nós. A ideia, a estratégia, os planos mirabolantes não podem terminar em nós. Esse é um princípio que faz qualquer empresa crescer. Eu tenho aplicado esse princípio nas minhas empresas. Tenho falado com algumas pessoas mais próximas, elas têm aplicado esse princípio, e as coisas têm virado de cabeça para baixo.
Quando a nossa cultura começa a se alinhar com a cultura do reino, a nossa empresa começa a se alinhar com a cultura do reino, coisas esquisitas vão começar a pipocar. Isso não é sinal de uma coisa ruim, isso é sinal de uma coisa boa. Sabe o que a Bíblia diz? Trevas não compartilham com a luz. Tudo aquilo que está longe e distante do plano de Deus começa a sair. Aqui vai mais uma entre parênteses, não faz parte da mensagem: se você está sofrendo, num momento em que muita coisa está saindo da sua empresa, seja uma pessoa, seja uma oportunidade, nem sempre é sinal de um problema, às vezes é sinal de Deus limpando para o crescimento do reino.
Essa é a verdade que o empresário cristão precisa guardar no seu coração: o que eu coloco à disposição do reino, para o avanço da vontade de Deus, entra num fluxo de bênção que não depende só do mercado, não depende só da nossa mão, não depende só das nossas ideias, não depende só do tráfego, não depende só do marketing, não depende se a Meta vai entregar ou não, não depende se vai ter problema na cidade, se o comércio vai bem ou vai mal. Ele depende exclusivamente do próprio Deus. Isso não é manipulação espiritual, isso não é fórmula, isso é aliança. E essa é a diferença. Às vezes a gente está procurando fórmula, mas não tem nada como uma aliança bem feita. Ter a fórmula secreta de um grande empresário para fazer coisas acontecer é uma coisa. Outra coisa é você decidir ou conseguir fazer uma aliança com esse empresário. Uma aliança não é sobre te entregar alguma coisa: faz assim que vai dar certo. Uma aliança é sobre dizer: cara, eu estou junto contigo, por favor, custe o que custar, o que você precisa de mim?
É ou não é outra coisa? Às vezes a gente está procurando fórmula enquanto Deus está nos entregando aliança. Deixa eu te falar uma coisa, empresário cristão, isso é para mim também: você e eu não fomos chamados para usar Deus para prosperar. Nós fomos chamados a prosperar para servir ao propósito de Deus. Anota bem rápido para colocar em prática hoje no teu negócio.
Primeiro lugar: não trate a sua empresa como um fim em si mesmo, trate ela como plataforma do reino de Deus. Você vai ver uma mudança. Abraão não recebeu uma promessa para ficar parado acumulando para ele. Ele recebeu uma ordem para sair e caminhar em direção àquilo que Deus ia mostrar. O que isso revela? Revela um princípio forte: Deus não abençoa só a nossa estrutura, Deus abençoa a nossa direção. Deu para entender? Deus não abençoa apenas a nossa estrutura de negócio, Deus abençoa a direção do nosso negócio.
Quando a empresa entra no propósito de Deus, ela deixa de ser apenas uma fonte de renda para nós e passa a ser um instrumento de impacto na vida de outras pessoas. Eu não sei você, mas eu quero que as minhas empresas sejam um instrumento de impacto, não fonte de renda. Se ela for um instrumento de impacto, a fonte de renda é uma consequência. Eu não preciso me preocupar com a renda. Na prática, hoje, deixa eu te falar isso do fundo do meu coração pastoral, mas também de empresário: para de pensar só no faturamento em nome de Jesus, começa a pensar no propósito. Coloca a tua empresa no mapa da missão de Deus. Pergunta: o que essa empresa libera no reino de Deus? Quem está sendo alcançado por causa dela? Que avanço espiritual ela pode sustentar? Empresa não é só ser um PJ no reino, empresa também pode ser um altar.
Em segundo lugar, segundo princípio para colocar em prática já: não dê só aquilo que sobra, semeie com intenção. Gênesis 12. Abraão não foi chamado para guardar tudo para si, foi chamado para se tornar um canal de bênção. O reino de Deus funciona assim, e quem vive nele precisa entender o funcionamento para também funcionar da mesma forma. O problema de muitos empresários cristãos hoje não é a falta de capacidade. Às vezes o problema é que eles querem colher de Deus sem semear naquilo que Deus está fazendo. Se eu quero colher de uma plantação, tenho que semear naquela plantação. Se eu tenho três, quatro plantações, uma de maçã, uma de uva, e eu quero colher morango, não adianta semear na de maçã. Você não vai colher. Agora, se você se juntar a uma plantação de morangos, pode ter certeza, você vai colher morango.
Quando nós colocamos os nossos recursos, a nossa estrutura, a nossa influência, a nossa inteligência a serviço de Deus, o que estamos dizendo para Deus com a nossa atitude é o seguinte: Deus, eu não quero apenas ser abençoado, eu quero participar daquilo que o Senhor está construindo. Quando Deus entende isso, gente, não tem limite naquilo que Ele pode fazer sobre nós.
Na prática, hoje, quem sabe é o momento de definir uma semente intencional para missões, uma semente intencional para a construção da igreja local, uma semente intencional para o discipulado, para o evangelismo, para o avanço do reino. Não espere sobrar alguma coisa para honrar a Deus. Transforma a tua generosidade em cultura, e não em uma emoção. Essa dói. Generosidade precisa ser a nossa cultura. É aquilo que a gente vive aqui ou em qualquer outro lugar, sozinho ou com gente. Não pode ser uma emoção, porque, se for emoção, não é generosidade, é apenas um ato de desprendimento. Faça isso com constância e não por impulso.
Sobras não mudam o nosso ambiente. Will, como é que você afirma isso? Gente, todas as cidades têm, basicamente, seus moradores de rua, seus pedintes, seus mendigos. Aqueles que todo mundo conhece, ele está sempre naquele sinal, sempre naquele lugar. Ele ganha de muita gente, senão ele não estaria ali. Certo ou errado? Certo. Mudou a realidade dele? Continua ali. Um ano, dois anos, três anos, quatro anos. Por quê? Porque sobra não muda a realidade de ninguém, nem a sua, nem a de outros, nem a da igreja local, nem a da sua família. Sobra não muda o nosso ambiente. São apenas as sementes que nós plantamos que podem mudar o nosso futuro, o nosso destino, a nossa família. É aquilo que a gente planta com intenção, não aquilo que a gente deixa vazar como sobra.
Terceiro e último: obedeça rápido quando Deus mostrar a direção. Se Deus te mostrar a direção, como o Patrick falou, Deus mostrou a direção e ele ainda lutou por um ano mais ou menos para aceitar que era aquilo ali mesmo. Deus nos pede coisas, Deus nos mostra a direção, às vezes nos mostra uma direção para onde a gente não está querendo ir. A gente está dizendo: ai, Deus, está tão bom aqui, para que eu vou sair? Deus, o meu negócio está fluindo aqui. E Deus está dizendo: cara, vai para o próximo nível, faz isso aqui. Mas, Deus, está tão confortável aqui.
A gente ouviu o testemunho do Paulinho, quem esteve no último brunch de empresários? Do Patrick também. E os dois citaram a mesma coisa: que Deus havia dado uma direção antes da pandemia chegar. Não tinha sinal de pandemia, ninguém sabia nada, mas Deus tinha dado uma direção: vai, faz isso. E ficou lutando: não sei se vou. Chega a pandemia e tudo faz sentido. Deus estava cuidando, Deus estava tentando proteger. Deixa eu falar uma coisa: se Deus dá direção, não demora para cumprir. Porque tem coisa acontecendo que você não sabe que vai acontecer. Tem coisa se formando, tem coisa se preparando, e você não sabe o que vai acontecer.
Eu amo ver a coisa de investimento de finanças, o mercado financeiro. Ver aqueles quadros, as tendências. Eu não entendo muito daquilo, mas tem gente que entende. As pessoas habilidosas que já fazem isso há muitos anos conseguem dizer: ok, estamos com uma tendência de baixa, ou estamos com uma tendência de alta. O mercado vai flutuar, vai subir, ou o mercado vai descer. Todo mundo fica olhando aquele monte de linha, mas Ele sabe, Ele conhece, Ele já experimentou. Deus sabe, Deus conhece todas as coisas da sua vida, do seu propósito, do seu coração, da sua família. Ele está olhando o gráfico da sua vida, dizendo: ei, vai entrar numa tendência de baixa, me obedece rápido, porque eu tenho direção para a tua vida.
Abraão sai sem enxergar todas as coisas, ele obedece e sai da terra sem enxergar. Ele não recebeu um mapa, ele recebeu apenas uma palavra, e foi suficiente para ele. Por que você está demorando em obedecer a mesma palavra? Quem sabe aqui existe uma chave que todos nós empresários precisamos aprender: muitas vezes a prosperidade não começa no lucro, muitas vezes a prosperidade começa na obediência. Começa, inclusive, com a ponta negativa e vermelha do gráfico. Começa na obediência. Assim como foi com Abraão, tem coisas que Deus já nos mostrou, mas a gente está adiando. Tem semente que Deus já nos pediu, mas a gente está negociando. Tem porta que Deus já abriu, mas a gente está tentando controlar tudo antes de obedecer.
Só que deixa eu falar uma coisa: a bênção frequentemente encontra a gente que está em movimento. A bênção não alcança Abraão quando ele está parado dentro da sua tenda com todo o seu conforto. A bênção alcança Abraão quando ele começa a se movimentar. Foi no movimento que Deus deu incidência, foi no movimento que Deus inspirou, foi no movimento que Deus deu recursos para Abraão, foi no movimento que Deus deu ideias para Abraão. É no movimento. A bênção nos alcança depois da obediência e enquanto nos movemos. Milagre não costuma acompanhar indecisão. Agora, eu nunca vi um milagre não acompanhar obediência.
O segredo de Abraão não foi simplesmente receber, foi responder. Deus abençoou Abraão? Sim. Mas a bênção tinha uma direção. Ele seria uma bênção para outros. Quando você decide que vai ser uma bênção para outros, que o teu negócio vai ser uma bênção para outros, que o teu negócio vai influenciar, vai ter um poder de transformação de uma comunidade, de uma família, de outras pessoas, e você tira a cabeça de que o seu negócio é só para sustento, as coisas mudam de lugar. Talvez a única coisa que algumas empresas, alguns de nós estão precisando, é dizer: ok, eu quero me unir aos planos de Deus, eu quero me unir aos planos de Deus de abençoar pessoas na terra, e eu quero ter propósito. E a nossa empresa muda de direção.
Oração do Pastor Will. Eu posso orar por vocês? Sim. Pode fechar os seus olhos. Senhor Jesus, muito obrigado por esse tempo. Obrigado porque o Senhor sempre está orando nos nossos corações. Nesse momento, eu peço, Senhor, por cada um dos meus irmãos e irmãs. Peço, Senhor Jesus, que o Senhor olhe e veja a fidelidade do coração e, agora, a decisão que cada um está tomando ou tomou enquanto ouvia a tua palavra. Em nome de Jesus, honra essa decisão. Decisões nem sempre são fáceis, na maioria das vezes elas são difíceis. Pai, cada decisão, da mais simples à mais complexa, da mais fácil à mais difícil, honra isso, em nome de Jesus.
Pai, eu declaro sobre os meus irmãos dias de novos níveis à frente, a partir dos teus princípios, Senhor, a partir da tua vida. Uma nova vida gerando. Declaro empresas com propósito, empresas se conectando, Senhor Jesus, ao chamado do reino de Deus para abençoar pessoas, em nome de Jesus. Ideias novas fluindo a partir desse momento, para honra e para glória de Deus. Pai, em nome de Jesus, eu te peço que teu Espírito, nesse momento, tire todo o medo dos corações, todo o medo de apostar, todo o medo de crer, todo o medo de fé, todo o medo de e se não der conta, e se eu não conseguir. Pai, em nome de Jesus, a tua palavra diz que tu nos dás um Espírito que é o Espírito Santo da Verdade, esse Espírito é o Espírito de coragem e de ousadia, não de medo e covardia. Por isso, em nome de Jesus, substitui o medo que quem sabe alguns de nós estão sentindo pela época, pela crise, pela recessão, pelo dia difícil, pelo tempo diferente, por uma paz que excede todo o entendimento, para correr na tua direção, em nome de Jesus. Se alguém crer, diz amém.
Estão prontos para repetir aquela frase comigo? Já lembram de memória? Anotaram essa? Se eu abençoar um abençoado do Senhor, na sua abençoada missão de abençoar, a consequência abençoada é que eu serei abençoado pelo próprio abençoador, que abençoou o abençoado do Senhor que eu acabo de abençoar. Talvez, se você não entendeu, Deus também está te chamando a ler esse texto, a reler esse texto, a ler de novo.
Apresentação do mini workshop com Mate. Sem mais delongas, hoje nós vamos estar inaugurando um novo quadro, o mini workshop, onde nós vamos chamar especialistas em determinadas áreas que vão agregar, vão trazer algo novo para nós nessa manhã. Eu chamei um cara muito especial para estar conosco aqui, um cara que eu admiro demais, que manja muito daquilo que faz. Vem para cá, Mate. Pode aplaudir a vida do Mate. Nesse quadro, o Mate vai trazer para nós situações, vai trazer direções que nós podemos implementar na nossa empresa logo na segunda-feira para trazer resultados. O Mate é um cara da comunicação, é um cara do brand, é um cara que eu tenho certeza que vai derramar um conteúdo incrível.
Mate inicia o mini workshop sobre branding. Bom dia, prometo que vão gostar de ver. Fui convidado para passar insights, coisas que fazem sentido na minha vida, na minha trajetória profissional. Muitos de vocês me conhecem servindo na plataforma, mas, em paralelo a isso, e junto com isso, não em paralelo, em conjunto, eu também sirvo com um talento e dom que o Senhor derramou sobre a minha vida, que é na área criativa, na área de comunicação. Me formei em comunicação social e hoje trabalho como direção criativa, direção estratégica, para grandes marcas, e entendo como grandes marcas pensam.
É muito importante a gente estar dentro desses ambientes onde você vê grandes players, como funciona, porque às vezes a gente fala: cara, é uma grande marca, como que essas marcas se relacionam com o público? E eu acho que esse mesmo esqueleto, esse mesmo escopo, se aplica para qualquer formato, para qualquer jornada de quem está empreendendo, que tem um negócio. Entendo que todos nós somos uma empresa. Seja a sua marca pessoal, seja o seu negócio, todos nós queremos, no fim das contas, oferecer algo. Seja o seu serviço, seja o seu produto.
Quando eu quero falar e vou falar rapidamente sobre branding, não entrando em branding numa área que as pessoas acham que branding é só identidade visual, posts no Instagram, isso compõe um escopo de identidade visual. Mas branding é muito mais sobre o que as pessoas sentem quando têm a experiência do seu produto, do seu serviço. O que elas falam quando sua marca está presente, quando elas pensam em algo, se elas pensam na sua marca, o cheiro, a experiência. Isso que a gente teve, é uma experiência de marca. E essa marca é o brunch de empresários. Hoje a gente sabe que, quando eu olho um brunch de empresários, eu tenho ciência que vai ter uma experiência de um baita café.
A gente chama isso de touch points, que são os pontos de contato que nós temos, que as pessoas têm com o teu negócio. Eu acho que é muito importante a gente pensar, e sei que a gente tem várias frentes aqui, vários negócios. É importante vocês pararem para pensar, não sei se vocês já se deram conta, anotaram isso, mas fica um exercício, uma atividade: você anotar e falar: cara, quais são os meus touch points? Qual é o ponto de contato que as pessoas têm comigo? É quando eu vou fazer um serviço na casa delas, é quando elas compram o meu produto ou pelo delivery, é quando elas chamam pelo WhatsApp, o ponto de contato delas é me mandando um WhatsApp, é entrando por DM do Instagram, é mandando um orçamento pelo e-mail, é me encontrando na rua.
Como são as formas que as pessoas têm contato com o teu negócio? Não sei se você tem essa clareza. É muito importante você ter essa clareza, de quais são as formas que as pessoas conectam com você. Quando você tem isso, você fala: ok, e agora, não tenho que ficar preocupado só em postar tantas postagens por dia, tantas sequências de stories, porque muito se fala disso, mas pouco se fala o que retém as pessoas, que é a troca, de fato como é a experiência quando você entrega esse serviço.
Eu estava na nossa mesa, e ali a gente tem várias frentes: tem gente que trabalha com energia verde, com seguros, com registros de marca, com vidraçaria a nível decoração. E aí eu fico pensando: cara, antes de eu ficar preocupado em postar tantas coisas, eu tenho que pensar como é quando eu entrego o meu serviço, como eu falo com o meu cliente. Eu entendo que tudo é percepção de valor, e essa percepção de valor pode ser alta ou pode ser baixa. Eu posso pensar: nossa, eu quero um serviço premium, então eu vou naquele lugar. O que aquele lugar tem que faz a pessoa ter uma percepção de valor?
Quando eu falo, ah, eu estou com essa verba para esse trabalho, vou comprar aquele prestador de serviço, se fosse uma verba mais baixa, eu ia com aquele ali. O que está acontecendo? Por que as pessoas têm tido essa percepção de valor? Quando manda mensagem no WhatsApp, quando fala com você, você responde de um jeito. Quando fala com alguém do seu entendimento, responde de outro jeito. Quando manda uma mensagem, responde: oi, tudo bem, pera aí, eu já vou ver, responde tudo no minúsculo, é uma coisa péssima profissionalmente. E aí vai ver, manda o orçamento daqui a três dias e nem falou. Às vezes você vai realmente mandar o orçamento em três dias, mas você não disse que ia mandar. Você só sinalizou e demorou três dias para mandar. Você pode falar: em três dias eu te envio o orçamento. A pessoa fala: uau, ela vai ter três dias para mandar o orçamento. O que vai me entregar? E, às vezes, o que você vai entregar é uma coisa que você poderia ter entregado no dia.
Eu entendo que esse movimento é um esforço que a gente tem que fazer para pensar: cara, eu acho que todas as nossas frentes de relacionamento dizem uma coisa. Isso diz muito sobre a sua marca, e é isso que é construir brand. É aquela coisa, cara, eu sei que quando eu falo, eles respondem de um jeito. Eu sei que quando eu compro, vem com uma embalagem de uma forma. Como que é a embalagem quando as pessoas compram, se alguém trabalha com um produto que é entregado, algo tangível, como é a percepção de valor quando as pessoas recebem o teu produto? Como você personaliza aquilo? Como você entrega uma obra? Como você entrega um projeto específico? Você faz mais do mesmo, entrega o que foi proposto, mas também entrega isso aqui como uma forma das pessoas terem algo afetivo sobre aquela entrega. E aquilo ali você constrói propagador do teu negócio.
Acho que nada melhor do que a gente construir uma comunidade onde as pessoas falam e te vendem sem você também vender. As pessoas, na roda, falam, porque lá a experiência foi desse jeito, do começo até o final, e elas podem vender também por isso, pelo cuidado que tem com aquilo. Acho que é isso, a gente entender que esse é o ponto. A gente tem que ter muito na cabeça que as pessoas precisam ser nossos propagadores. As pessoas precisam pensar, falar sobre a marca sem eu fazer esforço.
Só uma análise de um case: o Airbnb, todos conhecem. É uma plataforma de locação temporária. Nesse último ano, eles cortaram toda a verba de investimento de criativo, de tráfego, e muitas pessoas acharam isso uma loucura. Meu Deus, ninguém vai mais locar o Airbnb, acabou, ele não está aparecendo em anúncio. O que eles propuseram? Eles propuseram para todos os hosts, que são as pessoas que servem, alugam apartamento, casa, para que eles fizessem experiências de boas-vindas quando as pessoas chegassem no Airbnb. Eles incentivaram todas as pessoas a falarem: cara, quando você tiver uma reserva, nós vamos te incentivar, e a verba que a gente teria para gastar em anúncio a gente vai te dar uma parte disso, e você vai proporcionar uma experiência quando alguém chega na tua locação acima de x dias. Não era para locação de um dia, eles nicharam um pouco. Você vai fazer uma cesta, alguma coisa, a gente tem modelos de card para você imprimir e deixar para todas as pessoas que fizerem essas reservas.
O tanto de mídia orgânica que isso teve foi uma temporada absurda. Quando eu posto, eu não estou postando: apartamento do seu Geraldo, não, olha esse Airbnb. Consequentemente, a marca teve um recorde enorme, ficou muito bem falada, as pessoas geraram uma experiência. Experiência essa que não precisou ser uma coisa astronômica, mas eles entenderam, uma marca, um player grande: qual é o meu touch point? Qual é a forma de eu conectar com o meu público? Através da reserva eu não consigo fazer isso, mas eu consigo falar com os hosts, e eles vão proporcionar essa ativação. Virou um saldo do negócio. As pessoas começaram a fazer resenha, mostrar tudo, porque, de fato, era uma experiência legal, você vai propagar aquilo. Mesma coisa no teu negócio, no teu serviço, no teu produto, gera uma experiência. Eu tenho prazer em divulgar isso, mas uma experiência tem que ser construída.
Só uma mensagem para finalizar, porque já passei do tempo, mas eu acho que a gente tem que parar para pensar um pouco de como a gente tem propagado nosso serviço. Parar um pouquinho de ficar só na pira: tem que postar tantos stories, tem que postar tantos posts, vídeo. Cara, como está sendo a experiência das pessoas com a sua marca? Porque construir uma parada no digital é ótimo, e tem valia, mas o que gera conhecimento e realmente gera receita é pessoas falando. Às vezes a gente não está olhando para isso, não está olhando para o ponto de contato. Às vezes a gente está querendo fazer uma coisa, mas a forma como a gente está vendendo vai de um jeito totalmente amador. E eu acho que vale a gente olhar e falar: realmente, a forma como eu estou expondo não é boa, a forma como o meu orçamento não está interessante, o meu pós-venda, entreguei mas, valeu, valeu, não faço mais nada depois, não mostro preocupação com o cliente.
Não penso como eu posso agregar algo a mais. Às vezes eu vou ter, se eu tenho uma matéria-prima que uma parte eu vou desperdiçar, eu posso pensar em alguma forma. Eu senti, eu comprei um brownie, e aí a moça, com os retalhos do brownie, ela faz um pacotinho com vários retalhos do brownie, porque ela vai descartar. O brownie é circular, a forma é quadrada, fica aos cantinhos, e ela pensou: eu vou pegar isso aqui, vou criar um pacotinho, vou criar uma parada criativa em volta disso, e vou proporcionar isso ao meu cliente. Eu nem pedi esse brownie a mais, é uma quantidade relevante do que veio a mais, num pacotinho. E isso eu falo na hora, eu penso: percepção de valor aumentada. Essas coisas que a gente tem que entender. Cara, eu preciso que o meu negócio tenha uma percepção de valor mais elevada. Eu preciso que o meu negócio passe a ser, na hora de pensar: cara, eu estou com uma verba tal para fazer isso, ai, eu vou na fila, porque aquele cicrano ali, com a minha verba pequena, já faz isso. Quando eu vou destinar para um orçamento maior, eu vou fazer com ele.
Vale a gente ter esse pensamento, essa reflexão. Às vezes a gente está fazendo para fazer, postando para postar, mandando o orçamento para mandar, fazendo o serviço para fazer, mas a gente entende que esse é um dos nossos principais ativos, é o nosso serviço, e, mais do que isso, é o que as pessoas podem falar sobre ele. Eu acho que o nosso movimento é construir essa comunidade e fazer com que as pessoas propaguem o seu serviço. Como? Não é difícil, é só olhar os seus pontos de contato e falar: como eu posso fazer um upsell? Como eu posso melhorar isso aqui? Acho que esse é o nosso movimento. Então eu não vim para falar sobre impostos, tantas vezes a sua pena de sorte é isso, sua pena de sorte é um dia, posta bom dia, posta boa tarde, olha o meu cliente, olha o meu editado. Não, pensa na base, pensa no que vai consumir, pensa nos seus pontos de contato, porque isso agrega valor mais do que você postando todo dia. Esse fica um insight.
Will retoma e conecta o branding com o reino. Você é um cara que entende muito do que fala, e eu acredito que o brand, o posicionamento, ele é totalmente conectado com o reino de Deus, porque Deus é um Deus de excelência. Quando eu convido a Deus para estar no meu negócio, para gerenciar comigo a minha empresa, e eu faço de qualquer jeito, eu não estou passando a imagem de um Deus excelente. A forma como nós nos comunicamos, a forma como nós entregamos, a forma como os outros nos veem. Se você é uma empresa que tem o reino de Deus como base, como prioridade, que é uma empresa que foi criada para que o reino de Deus seja estabelecido a partir dela, para que reflita o reino de Deus, você precisa fazer com excelência. Como os outros estão vendo a fé que você carrega, o Deus que você serve, também. É muito conectado o brand, a forma como a gente trabalha, abrir a sua marca como se fosse para Deus, não para os homens. Tudo o que a gente faz, fazemos como se fosse para Deus, porque a honra e a glória é tudo para Ele. Amém, gente? Foi incrível, não foi? Que manhã incrível, que palavra preciosa de Deus, que testemunho incrível do Patrick. E Mate, muito obrigado mais uma vez.
Encerramento e avisos. Estamos caminhando agora para o encerramento. Quero deixar uns recados com vocês, mas, antes de tudo, eu gostaria de agradecer, junto com vocês, a equipe que serviu nessa manhã, que desde ontem veio para cá arrumar tudo, preparar o café. O pessoal que esteve desde cedo aqui preparando todas as coisas para que esse evento acontecesse. Podem comigo dar uma salva de palmas para todos os voluntários que trabalharam. Quero agradecer em especial à Thais, que preparou todo esse café. A Thais é da RUP Festas, da nossa igreja, então, se você tem uma empresa e quer contratar um café, quer fazer um evento, fale com ela. Um trabalho de excelência, esse e o passado foi ela que fez, e não tenho outras palavras a não ser elogios para o trabalho incrível que ela tem entregado para nós. Obrigado, Thais.
Para encerrar os nossos avisos, nós temos os nossos Zoigrupos, que fazem parte da nossa igreja. Se você quer se conectar conosco e não faz parte do Zoigrupo ainda, por favor, faça. A cada 15 dias uma família abre a casa para te receber, para ter uma palavra de Deus, onde estamos juntos em comunidade, criando amizade real, verdadeira. Faça parte. Nós temos o nosso 4 Passos, que é o primeiro passo para você conhecer a nossa igreja, conhecer quem somos, o que fazemos com a nossa fé, com a direção que estamos indo, e também é o passo para quem gostaria de servir na nossa casa. Então, se você conhece a Zoe e ainda não se envolveu, o seu próximo passo é o 4 Passos.
Nossos próximos encontros: o brunch de empresários acontece a cada 60 dias. Em julho nós teremos o nosso próximo encontro. Temos um Explorer que vai ter um convidado incrível, um pastor que é um mega empresário, foi um cara que coordenou e esteve à frente de grandes empresas, e nós estamos alinhando tudo para que em julho ele possa estar aqui conosco. Provavelmente esteja em sua agenda por volta do dia 11 do 7, está a confirmar ainda, mas teremos o nosso próximo brunch de empresários.
Com muita alegria, eu gostaria de lançar uma nova plataforma que nós criamos. Uma plataforma exclusiva do brunch de empresários, onde vão estar todas as palavras, os testemunhos, todo o conteúdo que a gente está desenvolvendo aqui, disponível para vocês. O link e a senha eu vou enviar também no grupo, para que vocês possam acessar. Já temos disponíveis as três últimas edições do brunch que nós fizemos. Tem a palavra, tem testemunho, tem podcast, tem muito conteúdo legal. A gente está criando uma plataforma incrível, cada vez mais vai ter ferramentas aí dentro, pontos de conexão entre nós, empresários, e toda a parte de todas as palavras ministradas aqui. Primeira edição, segunda edição, missão e visão que tira o projeto do papel, e na terceira edição, os 6 Cs do empresário, todas as palavras completas estão aqui. Vocês vão estar com o link e vamos enviar para cada um de vocês.
Acesse, navegue, tem muito conteúdo, e cada vez vai ter mais conteúdo. Um presente que nós ganhamos da equipe que trabalhou e construiu, para que a gente esteja conectado, sempre recebendo e mantendo conectado com essas palavras que são liberadas, derramadas nesse lugar. Gente, é isso. Muito obrigado mais uma vez pela presença de cada um de vocês. Nosso café vai estar liberado, a gente tem mais 15, 20 minutinhos de café, vocês podem estar à vontade, conversar. 11h30 nós vamos precisar liberar o salão aqui, então fiquem à vontade. Depois eu volto para lembrar vocês, para a gente liberar. Gente, obrigado. Deus abençoe a todos.
Mergulhe em todas as mensagens já entregues nesta mesa.